Teatro
Juvenal, Pita e o velocípede Publicado: 09 Janeiro 2020 | Última Atualização: 10 Janeiro 2020

No monólogo, Juvenal relembra as histórias dos tempos de infância a bordo de um velocípede e na companhia da melhor amiga, a Pita.

Juvenal tem cinco anos de idade e adora brincar com o seu velocípede. No monólogo, Juvenal relembra as histórias dos tempos de infância a bordo de um velocípede e na companhia da melhor amiga, a Pita.

Juvenal tem cinco anos de idade e adora brincar com o seu velocípede. Um dia descansando embaixo de um cajueiro, ele conhece uma menina chamada Pita. Eles se tornam amigos inseparáveis e vivem grandes aventuras a bordo de um velocípede construído pelo tio do menino.

Sinopse
O ponto de partida de "Juvenal, Pita e o Velocípede" é o universo da memória e de como nos relacionamos com a passagem do tempo, as marcas e impressões deixadas pela infância. Ou por uma infância possível, ao mesmo tempo distante e próxima às infâncias da plateia, infância que foi vivida em outros tempos, mas que é retomada pelo poder evocativo das palavras e das imagens por elas suscitadas. Como mote inicial, ao entrar no teatro o público encontra em cena Juvenal, cerca de quarenta anos de idade. Ele faz um levantamento, um inventário de lembranças e de um objeto que fez parte da sua infância e o marcou em definitivo: o velocípede que seu tio construiu especialmente para ele. É a bordo do seu velocípede que ele viveu as maiores aventuras, ao lado de uma grande parceira e amiga, Pita. É em torno do reencontro com Pita, após um afastamento de cerca de trinta anos, que o espetáculo se estrutura, com base na expectativa que perpassa o reviver de sabores, cheiros, sons e imagens de tempos passados. São histórias inusitadas, engraçadas, estranhas, emocionantes, patéticas. Amiga, parceira de aventuras, confidente, conselheira, companheira em todas as horas, especialmente nas mais solitárias, Pita acompanha Juvenal durante um período importante da sua vida, período que forma o manancial do qual são afetuosamente garimpadas estas histórias.

Direção: Cadu Cinelli
Dramaturgia: Cleiton Echeveste

Serviço:
Peça infantil: “Juvenal, Pita e o Velocípede”, da Pandorga Companhia de Teatro
Local: Clube Manouche/Casa Camolese (Rua Jardim Botânico, 983, Jardim Botânico, Tel: 3514-8200)
Datas e horário: 11 e 12, 18 e 19, 25 e 26 de janeiro, sábados e domingos, às 16h
Ingressos: R$ 50,00 (inteira e R$ 25,00 (meia)
Crianças a partir de 3 anos e jovens até 12 anos pagam meia-entrada mediante comprovação. Crianças de até 02 anos e 11 meses de idade não pagam ingresso.
Duração: 50 minutos
Recomendação etária: Crianças a partir de 5 anos. Menores a partir de 14 anos podem entrar acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais.
Estacionamento no local (tarifado)

descansando embaixo de um cajueiro, ele conhece uma menina chamada Pita. Eles se tornam amigos inseparáveis e vivem grandes aventuras a bordo de um velocípede construído pelo tio do menino.

Sinopse
O ponto de partida de "Juvenal, Pita e o Velocípede" é o universo da memória e de como nos relacionamos com a passagem do tempo, as marcas e impressões deixadas pela infância. Ou por uma infância possível, ao mesmo tempo distante e próxima às infâncias da plateia, infância que foi vivida em outros tempos, mas que é retomada pelo poder evocativo das palavras e das imagens por elas suscitadas. Como mote inicial, ao entrar no teatro o público encontra em cena Juvenal, cerca de quarenta anos de idade. Ele faz um levantamento, um inventário de lembranças e de um objeto que fez parte da sua infância e o marcou em definitivo: o velocípede que seu tio construiu especialmente para ele. É a bordo do seu velocípede que ele viveu as maiores aventuras, ao lado de uma grande parceira e amiga, Pita. É em torno do reencontro com Pita, após um afastamento de cerca de trinta anos, que o espetáculo se estrutura, com base na expectativa que perpassa o reviver de sabores, cheiros, sons e imagens de tempos passados. São histórias inusitadas, engraçadas, estranhas, emocionantes, patéticas. Amiga, parceira de aventuras, confidente, conselheira, companheira em todas as horas, especialmente nas mais solitárias, Pita acompanha Juvenal durante um período importante da sua vida, período que forma o manancial do qual são afetuosamente garimpadas estas histórias.

Direção: Cadu Cinelli
Dramaturgia: Cleiton Echeveste

Serviço:
Peça infantil: “Juvenal, Pita e o Velocípede”, da Pandorga Companhia de Teatro
Local: Clube Manouche/Casa Camolese (Rua Jardim Botânico, 983, Jardim Botânico, Tel: 3514-8200)
Datas e horário: 11 e 12, 18 e 19, 25 e 26 de janeiro, sábados e domingos, às 16h
Ingressos: R$ 50,00 (inteira e R$ 25,00 (meia)
Crianças a partir de 3 anos e jovens até 12 anos pagam meia-entrada mediante comprovação. Crianças de até 02 anos e 11 meses de idade não pagam ingresso.
Duração: 50 minutos
Recomendação etária: Crianças a partir de 5 anos. Menores a partir de 14 anos podem entrar acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais.
Estacionamento no local (tarifado)