Palavra de especialista
Crianças também podem ser submetidas à cirurgia plástica Publicado: 20 Dezembro 2011 | Última Atualização: 25 Setembro 2018

Problemas de formação e acidentes domésticos como queimaduras podem ser resolvidos com cirurgias reparadoras

De acordo com dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), são realizadas 127.887 mil cirurgias plásticas por ano em crianças, o que representa 21% do total de procedimentos cirúrgicos estéticos ou reparadores. “A busca por cirurgias estéticas infantis estão relacionadas à correção das famosas orelhas de abano ou do nariz. Já as reparadoras referem-se a acidentes domésticos, traumas e más formações congênitas”, afirma o cirurgião plástico Alderson Luiz Pacheco, membro da SBCP.

Quando a criança sofre com problemas de formação, como a Sindactilia (dedos colados) ou a Polidactilia (excesso de dedos), geralmente a cirurgia é feita a partir dos seis meses até os três anos de idade. “A Sindactilia é caracterizada pela falta de separação dos dedos dos pés ou das mãos, podendo abranger dois ou mais dedos. Este distúrbio é considerado uma anomalia hereditária e normalmente envolve apenas a pele e tecidos moles”, esclarece.

Já na chamada Sindactilia Complexa há a fusão dos nervos, vasos sanguíneos, tendões e ossos, tornando o procedimento cirúrgico mais complicado. “Este tipo de deformidade pode interferir no crescimento normal da região atingida e causar problemas significativos na sua movimentação e funções. Quanto mais cedo à correção for feita, menores são os riscos do desenvolvimento das mãos ou pés ser prejudicado”, ressalta.

Pacheco explica que durante a cirurgia reparadora é feito um corte no tecido que une os dedos e colocado um enxerto de pele retirado de outro local do corpo. “O resultado após o procedimento é muito bom. O local fica com uma aparência normal e apenas a pele enxertada pode ficar com uma coloração um pouco diferente do resto da mão ou pé, o que não é considerado relevante visto o benefício que a cirurgia traz ao paciente”, observa.

O médico destaca que a Sindactilia pode ser identificada quando o bebê ainda está na barriga da mãe, o que facilita o planejamento do melhor momento para realizar a cirurgia. “Corrigir o problema precocemente também evita interferências no processo de sociabilização e aprendizado, pois a criança pode ganhar apelidos discriminatórios e ser motivo de chacotas, comprometendo a sua auto-estima”, acrescenta.

Alderson Luiz Pacheco

Alderson Luiz Pacheco é graduado em medicina pela Universidade Federal do Paraná, pós-graduado em primeiro lugar em Cirurgia Geral pelo Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná e em Cirurgia Plástica e Queimados pelo Hospital Universitário Evangélico de Curitiba da Faculdade Evangélica de Curitiba.  É mestre em Princípios da Cirurgia utilizando o laser e é membro especialista da Sociedade Brasileira de Cirúrgia Plástica, o que o torna apto para realizar os procedimentos de cirurgia plástica.
Doutor Alderson Luiz Pacheco (CRM-Pr 15715)
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