Busca:
Home Recreação Por que associamos o aprendizado do inglês ao poder aquisitivo?

Newsflash

Festa do Peão

Rancho do Peãozinho reúne diversas atrações para o público infantil durante a Festa do Peão de Barretos.

Leia mais...
Rio Design Barra terá Espaço de Leitura

Turma do Instituto Rogerio Steinberg participa da inauguração do espaço.

Leia mais...
Dora no Teatro

Último fim de semana. Dora e os amigos Beni e Isa vão tentar realizar uma festa surpresa para o seu amigo “BOTAS” o macaco.

Leia mais...
Aviso

Thermas dos Laranjais terá tarifa especial em agosto. Parque tem mais de 50 atrações, incluindo a maior montanha-russa aquática do Brasil e a única pista de surfe 180° do país.

Leia mais...
Por que associamos o aprendizado do inglês ao poder aquisitivo? PDF Imprimir E-mail

Augusto Jimenez, CEO e psicólogo educacional da rede Minds Idiomas

Outrora aprender um idioma além da língua materna era sinônimo de estratificação social. Isso porque um curso de inglês ou de qualquer outro idioma envolvia um investimento alto. O ticket médio das escolas não era compatível com a realidade salarial dos pais. Com a evolução da tecnologia esse quadro modificou-se e aumentaram as ofertas de cursos. Além disso, ampliou-se o número de escolas online e aplicativos destinados a fluência de uma língua.

Entretanto, ainda há a mistificação do aprendizado do inglês ao poder aquisitivo dos pais e\ou responsáveis pelas crianças\jovens. Existe a associação de que os intercâmbios são destinados para aqueles com capital elevado. Isso é um equívoco, pois há várias agências que parcelam a viagem e o melhor, nem precisamos ir para tão longe para aprender inglês, na América Latina mesmo é possível. Países como a Bolívia, Chile e Peru vêm recebendo turistas e intercambistas de todo o mundo. Logo, em uma viagem a esses destinos é possível praticar o inglês.

Nesse cenário é preciso ter atenção no ensino oferecido pelas instituições de inglês. Claro que os cursos online vêm mostrando a sua eficácia, porém nada substitui o “olho no olho” principalmente quando estamos falando do aprendizado de crianças e adolescentes. Somos treinados, desde jovem, a aprendermos por meio de transmissão de informações. Porém, o nosso cérebro é treinado para pensar e não para memorizar. E esse pensar só é estimulado quando nos apropriamos efetivamente do conteúdo que nos é passado. Além disso, é preciso despertar nos estudantes essa responsabilidade pelo próprio aprendizado. Ou seja, é uma união entre os conhecimentos do docente, a tecnologia, e a pró atividade desses alunos(a).

Assim, na Minds Idiomas, rede educacional que sou gestor, incluímos o curso 50% online e 50% presencial para conseguirmos essa tríade que citei acima – Tecnologia, ensino personalizado e aluno ativo- sempre levando em conta que não é o “bolso” dos pais e\ou responsáveis que farão esses alunos estudarem na Minds.

Prova disso, é que já foram concedidas diversas bolsas de estudo e descontos para facilitar a entrada de alunos interessados em aprender inglês. Inclusive muitos de nossos alunos se tornam professores na rede Minds e influenciam outros jovens a estudar e querer mais.

Na Minds temos mais de 800 crianças aprendendo inglês e utilizamos de filmes, quadrinhos, Jogos de tabuleiro, tudo para tornar mais lúdico o aprendizado e menos robótico. É importante saber respeitar o tempo de aprendizado da criança e principalmente não pressioná-la.